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O Açúcar e outras opções!

O açucar de cana é uma presença (quase) incontornável na doçaria. Mas há alternativas mais saudáveis que conferem o mesmo aspecto fofo, crocante ou caramelizado, sem que se perca o paladar doce. Conheça-as!

Apesar de ser rico em calorias e hidratos de carbono, o açucar de cana desempenha um papel importante em inúmeras preparações culinárias. Para além da gordura, este ingrediente tem um dos papéis mais relevantes na obtenção de massas mais fofas, de produtos mais crocantes e de caramelizados, entre outros.

Porém , dada a preocupação rescente com os efeitos negativos do açucar na saúde, procuram-se alternativas com menos hidratos de carbono ou açucares disponíveis, sem comprometer o resultado da receita. As sugestões que lhe trazemos enquandram-se neste perfil, mas lembre-se que continuam a fornecer hidratos de carbono e que, por esse motivo, devem ser consumidas com moderação.

AÇUCAR DE CANA

O açucar decana é o mais utilizado em receitas de produtos de pastelaria e sobremesas. Ainda que o açucar branco seja o mais comum, as variedades de açucar mascavado podem conferir um sabor mais caracteristico à receita, uma vez que são mais ricas em melaço.. Dentro destas, o teor de melaço é variável, sendo maior no açucar mascavado – rapadura – e menor no demerara, seguido do claro. O açucar branco praticamente não tem melaço e é constituido por cristais de sacarose e submetido a processos de  branqueamento químico.

AÇUCAR DE COCO

Este açucar provém do néctar da flor de coco e, em comparação com o açucar branco, é muito menos processado. Por este motivo, retém mais vitaminas e minerais, fibra (inulina) e antioxidantes, para além de conter ligeiramente menos calorias e hidratos de carbono do que o açucar. O seu aspecto e sabor são semelhantes aos do açucar mascavado.

FRUTOSE

A frutose pode ser proveniente de várias fontes, como a cana-a-açucar, beterraba, tapioca e batata. Apresenta um índice glicémico mais mais que do que o açucar de cana. Este índice mede a velocidade com que os níveis de glicemia (de “açucar” no sangue) sobem após o consumo de alimentos, bebidas ou refeições. Assim, o consumo de alimentos ricos em frutose deverá ser igualmente moderado.

MEL

Possui um índice glicémico mais baixo do que o açucar branco, devido à presença de maiores quantidades de frutose. Quanto à sua origem, pode ser classificado como floral ou não floral. O primeiro é obtido a partir do néctar da planta em flor e o último a partir dos depósitos doces das plantas. As variedades mais escuras tendem a ser mais ácidas.

GELEIA DE ARROZ

Esta geleia é produzida pela digestão do arroz cozido, por enzimas provenientes de bactérias ou de fungos, ou ainda obtida a partir das sementes de cevada germinadas. O líquido que se extrai é coado e evaporado até se obter a textura desejada.

GELEIA DE AGAVE

É obtida a partir do sumo das folha do agave, uma planta que cresce em abundância no México. Este sumo é filtrado e aquecido até se obter um produto mais cocncentrado, O nível de consistência é semelhante ao mel sendo, neste caso, adequado para vegans. Em comparação com o açucar, contém mais fibra (inulina) e menor índice glicémico. Em relação ao açucar tem um poder adoçante superior, pelo que se utiliza menos quantidade para obter um sabor doce.

XAROPE DE TÂMARAS

Este doce milenar consumido no Médio Oriente obtém-se pela cozedura das tâmaras sem caroço em água, que são depois reduzidos a puré. Posteriormente, espreme-se o liquido do puré, que é levado de novo ao lume até se obter a textura pretendida. A nível nutricional, contém menos hidratos de carbono do que o açucar comum e fornece compostos fenólicos que podem ter um efeito antioxidante no organismo.

Fonte: HEALTHY – Revista de Saúde e Bem-Estar

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